O
provável candidato presidencial republicano, Donald Trump, está experimentando
temas que possa usar contra a adversária democrata Hillary Clinton, à medida
que tenta persuadir membros descontentes da cúpula de seu partido a apoiar sua
campanha.
Em
um comício em Virgínia Ocidental na noite de quinta-feira (5), o empresário
bilionário criticou Hillary pela vasta quantidade de dinheiro que ela e seu
marido, o ex-presidente Bill Clinton, aceitaram da Fundação Clinton, o que ele
chamou de "trapaça". O casal Clinton repudiou as acusações de que a
instituição de caridade tem motivação política.
rump
também a ligou a algumas das decisões de seu marido na Casa Branca nos anos
1990, como o acordo comercial do Tratado Norte-Americano de Livre
Comércio (Nafta), que incentivou o comércio entre Estados Unidos, México e
Canadá. Trump prometeu renegociar os pactos comerciais se for eleito no dia 8
de novembro.
"Temos
que vencer a eleição geral. Não podemos aguentar mais Hillary Clinton. O Nafta
nos foi dado por um Clinton", afirmou o magnata. "Não podemos
aguentar mais os Clinton". Trump
colocou um capacete dado a ele pela associação de mineiros de carvão do Estado
e criticou sua provável rival por ter dito recentemente que imporia políticas
de energia limpa que reduziram a mineração de carvão. Ainda
assim, Trump terá um tarefa árdua para unir a legenda.
Resistência
O presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, o principal republicano em um cargo eletivo no país, disse na quinta-feira que não está pronto para apoiar Trump, um sinal da reticência persistente do establishment partidário com as posições do bilionário de Nova York no tocante à imigração e ao comércio. Mas uma indicação de que alguns republicanos estão endossando Trump é que o governador do Nebraska, Pete Ricketts, cuja família ajudou a financiar um grupo anti-Trump, irá anunciar nesta sexta-feira seu apoio ao favorito das pesquisas.
O presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, o principal republicano em um cargo eletivo no país, disse na quinta-feira que não está pronto para apoiar Trump, um sinal da reticência persistente do establishment partidário com as posições do bilionário de Nova York no tocante à imigração e ao comércio. Mas uma indicação de que alguns republicanos estão endossando Trump é que o governador do Nebraska, Pete Ricketts, cuja família ajudou a financiar um grupo anti-Trump, irá anunciar nesta sexta-feira seu apoio ao favorito das pesquisas.
O
ex-governador do Texas, Rick Perry, que no ano passado descreveu Trump como um
"câncer no conservadorismo" enquanto ainda disputava com ele a
indicação republicana, declarou à rede CNN que agora também o respalda. "Sabe
por que o establishment está com medo de Donald J. Trump?", indagou o
reverendo Mark Burns na apresentação de um comício em Charleston. "Eles
têm medo porque não conseguem controlá-lo".
G1

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