
Advogados do ex-presidente pediram nesta manhã a suspensão de
procedimentos relacionados às investigações contra ele dentro da operação
batizada de Aletheia, deflagrada nesta sexta-feira; documento sustenta que a
condução coercitiva do ex-presidente foi "desnecessária";
"Portanto, não há nenhuma base para presumir que, regularmente notificado,
não iria repetir um ato de cuja realização não relutara", diz o texto;
petição foi protocolada junto à ação apresentada na sexta-feira 26 no Supremo,
em que Lula pedia para o STF decidir quem é o responsável por investigar o
apartamento no Guarujá e o sítio em Atibaia, se a
Lava Jato ou o MP-SP; o juiz Sérgio Moro, porém, agiu antes de qualquer decisão
da ministra Rosa Weber, relatora do caso.
A defesa
do ex-presidente Lula entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF)
nesta manhã para que sejam suspensos os procedimentos relacionados às
investigações contra ele dentro da 24ª fase da Operação Lava Jato, batizada de
Aletheia, deflagrada nesta sexta-feira 4.
O
documento dos advogados de Lula sustenta que a condução coercitiva do
ex-presidente foi "desnecessária". "Portanto, não há nenhuma
base para presumir que, regularmente notificado, não iria repetir um ato de
cuja realização não relutara", argumenta a petição.
A ação
foi protocolada junto a outro pedido já apresentado por Lula na sexta-feira 26
ao Supremo, em que o petista pedia ao STF para decidir quem é o responsável por
investigar o apartamento no Guarujá e o sítio em Atibaia, se a Lava Jato ou o
Ministério Público de São Paulo, sob a tutela do promotor Cassio Conserino.
A
decisão, que está nas mãos da ministra Rosa Weber, relatora do caso, ainda não
foi tomada, mas o juiz Sérgio Moro se antecipou e deflagrou a operação nesta
sexta antes do resultado do julgamento. Os advogados de Lula afirmam que há
conflito de atribuições no fato de a Lava Jato e o MP-SP investigarem os mesmos
fatos.
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