
O
Ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, participou nesta segunda-feira
(2), em Londres, da WTM, uma das principais feiras de turismo no mundo.
Após a abertura oficial do evento, ele foi destaque em entrevista coletiva com
mais de 20 veículos de comunicação espalhados por todos os continentes. O
ministro aproveitou a oportunidade para convidar os participantes para
visitarem o Brasil durante a Olimpíada 2016. "Vamos fazer dos jogos uma
plataforma para divulgar o nosso país como um todo, não apenas o Rio de Janeiro",
afirmou.
Em
reunião técnica com representantes da Visit London, empresa responsável pela
promoção da capital inglesa, o ministro do Turismo do Brasil trocou
experiências sobre estratégias de divulgação de destinos turísticos. Sede dos
últimos jogos olímpicos em 2012, Londres criou uma estratégia a partir do
evento para renovar a própria imagem em nível internacional. "Temos de
aproveitar exemplos bem-sucedidos para adaptar à realidade do Brasil e
aproveitar ao máximo a exposição que o maior evento esportivo proporciona ao
país", afirmou.
A
comparação entre Olimpíada e a Copa do Mundo ajuda a reforçar a importância dos
jogos de 2016. Enquanto no mundial de futebol eram menos de mil atletas de 32
países, em 2016 serão 15 mil atletas de 205 nações. Em 2014, cerca de 17 mil
profissionais de mídia desembarcaram no Brasil. A estimativa para o próximo ano
é de 25 mil profissionais de mídia. Pela projeção da Fifa, 3,5 bilhões de
pessoas assistiram o mundial de futebol. O Comitê Olímpico Internacional
sustenta que 4,8 bilhões de espectadores ao redor do mundo estarão de olho no
Brasil.
Durante
a entrevista coletiva, em Londres, o ministro do Turismo, informou que o Brasil
está expandindo os mercados onde faz promoção internacional. Ele citou o
recém-inaugurado Escritório Brasileiro de Turismo na Rússia e adiantou que
outros países como a Índia também podem receber iniciativas específicas de
divulgação. "Queremos, cada vez mais, estar abertos ao mundo. Por isso
estamos trabalhando para isentar o visto em caráter excepcional e
unilateralmente em 2016 para países estratégicos", comentou. O projeto de
lei que trata do assunto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e Senado
Federal. Agora o texto segue para a sanção presidencial.
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