
Doença
já detectada nas épocas do Egito e da Grécia antigos, o diabetes mellitus
continua a ser um perigo nos tempos atuais. O aumento do sedentarismo e da
obesidade foram pontos que, segundo a (Organização Mundial de Saúde), nas
últimas décadas, potencializaram a doença, baseada na glicemia (nível de açúcar
no sangue) alta.
No Dia Mundial do Diabetes, lembrado
neste sábado (14), a data foi criada para alertar sobre a importância da
prevenção dessa doença crônica (ainda sem cura). De maneira geral, o diabetes
atingiu patamares de mortalidade maiores do que os do câncer, segundo alerta
o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica,
Ricardo Cohen. Inclusive, segundo ele, alguns tipos de câncer são consequência
do diabetes.
— A mortalidade do diabetes, quando
comparada ao câncer, em geral é maior. A comparação é difícil, porque cada
câncer é diferente, mas em um número global a mortalidade de diabetes ocorre em
função de problema cardiovascular, infarte ou derrame, cujo número de mortes é
maior do que o do câncer.
Em levantamento do Ministério da
Saúde, as mortes causadas pelo diabetes no Brasil passaram de 24,1 a cada 100
mil habitantes, em 2006, para 28,7 mortes por 100 mil em 2010, ano em que a
doença foi diretamente responsável por 54 mil mortes no País. Entre 200 e 2010
o número de mortes subiu 38%.
Portal R7
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