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domingo, 29 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Barragem de Assú só está com 15% de sua capacidade

O último relatório do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) aponta que a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do Rio Grande do Norte, está com 14,25% do volume total. A Barragem Santa Cruz, em Apodi, está com 18,61%, e a Barragem de Umari, em Upanema, com 8,88%.

O diretor-presidente do Igarn, Josivan Cardoso, alerta a população para continuar economizando água, mesmo com as boas expectativas para o próximo período chuvoso.

“O racionamento no abastecimento das cidades permanece. O cidadão tem que economizar para manter os sistemas funcionando, é responsabilidade de todos”, afirma.

Via: Robson Pires

domingo, 22 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Mais de 7,5 mil empresas no RN poderão renegociar dívidas em mutirão

As empresas notificadas pela Receita Federal em razão de débitos fiscais têm até o dia 11 deste mês para fazer o pedido prévio de repactuação das dívidas tributárias. Aquelas que não derem entrada na negociação correm o risco de serem excluídas do Simples Nacional. No Rio Grande do Norte, mais de 7,5 mil empresas notificadas poderão renegociar dívidas no mutirão organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Juntas, as empresas no RN notificadas pela Receita Federal acumulam uma dívida de mais de R$ 225,4 milhões. O mutirão de renegociações foi lançando em todo o país pelo Sebrae e oferecerá às empresas a opção de poder parcelar as dívidas tributárias em até 120 meses, com parcelas mínimas de R$ 300.

O valor de cada prestação mensal será acrescido de juros equivalentes à Selic somado mais 1%. Com a renegociação, as empresas podem evitar entrar na dívida ativa e, desta forma, saírem do Simples, programa que reduz a carga tributária em até 40%. As demais regras do mutirão serão divulgadas no dia 12, através de uma instrução normativa do Comitê Gestor do Simples.

Via: Robson Pires

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Governo do RN paga hoje quem ganha até R$ 4 mil


O Governo do estado continua o pagamento do funcionalismo nesta terça-feira (17) com o depósito dos vencimentos dos 13.618 servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem entre R$ 3.001 até R$ 4 mil, soma equivalente a R$ 46.862.854,06.

Nesta data, o Governo alcança 82% da folha, incluindo o pagamento já efetuado para os servidores que recebem até R$ 3 mil, além dos ativos da Educação e da Administração Indireta que possuem recursos próprios.

POR: Gabinete Civil. RN. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Inflação da 3ª idade sobe para 0,93% no 4º tri e fecha ano em alta de 6,07%

A inflação sentida pela população idosa acelerou de 0,67% para 0,93% na passagem do terceiro trimestre para o quarto trimestre de 2016, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (13/1). O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, acumulou uma alta de 6,07% no fechamento do ano.

Com o resultado, a variação de preços percebida pela terceira idade ficou abaixo da taxa de 6,18% acumulada em 2016 pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que apura a inflação média percebida pelas famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos.

Via: O Xerife

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Caixa libera R$ 6 bilhões para linha de custeio antecipado no Crédito Rural


A Caixa Econômica anunciou, nesta quarta-feira (11), o valor de R$ 6 bilhões para a linha de Custeio Antecipado no crédito rural, para custear as lavouras até 270 dias antes do início do plantio da Safra Verão 2017/2018. O crédito rural está disponível em mais de 1.700 agências em todo o Brasil.

O financiamento está disponível para as principais culturas, como soja, milho, arroz, trigo, feijão e sorgo, e conta com análise técnica automática para propostas de até R$ 500 mil. Segundo o vice-presidente de Produtos de Varejo da Caixa, Fábio Lenza, ao antecipar os recursos da próxima safra, o agricultor pode negociar ainda no primeiro semestre de 2017 a aquisição de insumos para o plantio.

Robson Pires 

sábado, 7 de janeiro de 2017

ECONOMIA: Gasolina atinge maior valor em 1 ano no país, diz ANP

Os dados mostram que o reajuste da gasolina ganhou fôlego a partir de dezembro do ano passado, quando a Petrobras aumentou o preço da gasolina nas refinarias. Apenas nas últimas quatro semanas, o valor do combustível subiu 1,92%. Em todo o ano de 2016, o preço da gasolina se apreciou 3,3%, abaixo da inflação. Na semana, a alta foi de 0,18%.

Os dados são de levantamento divulgado nesta sexta-feira (6) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que monitora semanalmente os preços dos combustíveis no país.

Via: Robson Pires

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Salário mínimo passa a R$ 937,00 a partir de 1º de janeiro


O salário mínimo vai aumentar dos atuais R$ 880,00 para R$ 937,00 a partir de 1º de janeiro. O governo autorizou uma elevação de 6,74%, estimativa do Ministério da Fazenda para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE. O reajuste deve injetar R$ 38,6 bilhões na economia do ano que vem, o equivalente a 0,62% do PIB, de acordo com o Ministério do Planejamento.

O reajuste ficou menor do que o projetado pelo próprio governo. Em outubro, quando enviou a Lei Orçamentária Anual (LOA) ao Congresso, a União estimava que o salário mínimo em 2017 seria de R$ 945,80. A projeção considerava uma inflação de 7,5% neste ano. “Em virtude da inflação menor em 2016, o reajuste será menor do que o previsto na LOA”, informou o Ministério do Planejamento.

Agência Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Desemprego atinge 12,1 milhões de trabalhadores no país, diz IBGE

O desemprego no país foi de  11,9%, em média, no trimestre de setembro a novembro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No período, o número de desempregados no Brasil foi de 12,1 milhões de pessoas. São cerca de 100 mil desempregados a mais do que no trimestre de junho a agosto, mas o resultado é considerado estável pelo IBGE. Em um ano, são 3 milhões de pessoas a mais 
sem emprego, um aumento de 33,1%.

Via: O Xerife 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Baixo crescimento marcará economia em 2017, preveem especialistas

Um início de recuperação em meio a um crescimento tímido e a dificuldades no cenário internacional. Para economistas as perspectivas para a economia em 2017 indicam leve melhora em relação a 2016, mas apontam para um caminho cheio de percalços rumo à retomada da produção e do consumo.

Segundo os especialistas, o quadro político também retarda a recuperação da economia. Para eles, o país precisa superar as pendências políticas antes de voltar a crescer, mas essa é apenas uma parte da solução.

Para a professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Virene Matesco, o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) crescerá no máximo 0,5% em 2017. Ela diz que somente quando consumidores e empresários recuperarem a confiança, a economia começará a recuperar-se plenamente.

“A recuperação da economia em 2017 depende fundamentalmente de dois fatores: a superação da crise política e a aprovação de medidas que sinalizem algum compromisso do governo com as contas públicas. Somente aí, o país poderá começar a se reorganizar”, disse. “O Congresso é como um trator que vai tirar o carro atolado, que é o Brasil. Só que o trator está quebrado.”

Via: P xerife

sábado, 17 de dezembro de 2016

ECONOMIA: IPVA vai variar entre R$ 16 e R$ 41 mil em 2017 no Espírito Santo

O Espírito Santo vai arrecadar R$ 512 milhões com recolhimento de Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA) em 2017, segundo estimativa da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). A arrecadação total será 3% maior em relação a 2016. É que os valores que serão pagos variam de R$ 16 a R$ 41.366,50.

Em época de crise e de baixas vendas, o preço de carros e motos foi pressionado para baixo. Por outro lado, essa redução nos valores praticados no mercado vai contribuir para que em 2017 o contribuinte tenha que desembolsar, em média, 4,1% a menos pelo IPVA
Inadimplência

O gerente de Arrecadação e Cadastro da Receita Estadual, Sérgio Pereira Ricardo, explica que a possibilidade de parcelar em quatro vezes, uma novidade no IPVA deste ano, deve contribuir para amenizar a inadimplência. A maioria dos proprietários opta pelo parcelamento.

“É claro que o prazo maior traz alívio para o contribuinte”, diz ao explicar ainda que para calcular o imposto é usada a média de preços levantados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

“Para carros e caminhonetes em circulação, é aplicada uma alíquota de 2% sobre o valor de mercado. Já motos, caminhões, ônibus e veículos zero quilômetro pagam 1%”, resume Ricardo.

O gerente de Arrecadação faz um alerta sobre a importância de pagar o IPVA no prazo. Quem não cumpre o cronograma, paga 1% de juros ao mês mais multa de 0,33% ao dia que pode alcançar 20% no total. Mas se atrasar, o contribuinte pode emitir novo boleto pelo site da Sefaz.

Pessoas que já estão inadimplentes podem, além de fazer nova guia de pagamento, optar pelo parcelamento em até 10 vezes com a aplicação de juros.

G1

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Desemprego na América Latina sobe a 8,1%, puxado pelo Brasil diz OIT

O desemprego na América Latina e no Caribe subiu a 8,1% em 2016, seu nível mais alto desde a última crise financeira internacional, que caminha de mãos dadas com o desempenho econômico negativo na região, principalmente no Brasil, informou nesta quarta-feira (14) a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

"A taxa de desocupação regional voltou a aumentar, desta vez de forma abrupta, ao passar de 6,6% em 2015 a 8,1% (estimativa preliminar) em 2016. Ou seja, aumentou 1,5 ponto percentual", disse a OIT em seu "Panorama Laboral 2016" apresentado em Lima. "Estes são níveis que não foram registrados nem mesmo durante a crise financeira internacional 2008-2009", acrescentou.

Via: Globo.com

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Preços do petróleo têm máxima em mais de 1 ano, batendo US$ 56

Os contratos futuros do petróleo chegaram a subir até 6,5% nesta segunda-feira (12), atingindo uma máxima de 18 meses, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e alguns de seus rivais chegarem ao seu primeiro acordo desde 2001 para reduzir conjuntamente a produção, tentando combater o excesso de oferta global e aumentar os preços.

O petróleo Brent subia US$ 2,11, ou 3,88%, a US$ 56,44 por barril, às 8h31 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 2,21, ou 4,29%, a US$ 53,71 por barril. Mais cedo o Brent atingiu uma máxima de US$ 57,89 o barril, maior valor desde julho de 2015.


O preço do Brent está 50% mais alto em relação ao no mesmo período do ano passado, marcando a maior alta na comparação anual desde setembro de 2011. Após quase um ano de disputas, a Opep acordou em 30 de novembro cortar a produção em 1,2 milhão de barris por dia (bpd) por seis meses a partir de 1º de janeiro, com a Arábia Saudita, o maior exportador, cortando cerca de 486 mil bpd para conter a oferta excedente.

No sábado, produtores não integrantes da Opep, liderados pela Rússia, concordaram em reduzir a produção em 558 mil bpd, abaixo do objetivo de 600 mil bpd, mas ainda assim a maior contribuição de países de fora do grupo já realizada.

Via: G1.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Maior consumo de energia elétrica do Nordeste é do RN


A recessão econômica do país influenciou diretamente no consumo de energia no Rio Grande do Norte nos últimos dois anos, conforme informou nesta semana o diretor-presidente da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), Luiz Antonio Ciarlini. De acordo com ele, o crescimento da distribuição energética potiguar ficou bem abaixo da média das últimas décadas.

Mesmo com recessão a Companhia investiu mais de R$ 240 milhões em obras de infraestrutura este ano no estado que tem a menor tarifa residencial do Nordeste (R$ 0,40) por kilowatt/hora, uma das menores do país e o maior consumo residencial da região.

Para o diretor da Cosern, está claro que o baixo crescimento foi causado pela recessão, que diminui o consumo da indústria e do comércio, por exemplo. Embora 85% dos 1,38 milhão de clientes potiguares sejam residenciais, eles são responsáveis por 40% do consumo. A indústria representa 10% e o comércio 20%. Ele acredita e o estado só não teve uma queda maior porque o setor da indústria é pequeno.

Via: O Xerife

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

ECONOMIA: Venda de veículos novos cresce 12,01% em novembro


A venda de veículos novos no Brasil voltou a subir em novembro, com crescimento de 12,01% em relação a outubro, mostram dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de dezembro, pelo Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram 178.141 unidades vendidas no mês, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Tanto novembro quanto outubro contaram com 20 dias úteis. As vendas haviam caído na comparação o mês anterior em outubro e setembro.

O volume, no entanto, apresenta queda de 8,74% em comparação com novembro do ano passado. No acumulado de janeiro a novembro, os emplacamentos somam 1,845 milhão de unidades, retração de 21,16% sobre o resultado alcançado em igual intervalo do ano passado.

Fonte: Estadão Conteúdo

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

ECONOMIA: Mais de 100MW em eólica devem entrar em operação comercial no RN até dezembro


Um levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) revela que atualmente o Rio Grande do Norte tem quatro parques eólicos que se encontram em fase de testes.  Com o funcionamento efetivo desses empreendimentos, mais de 100 MW (113,4 MW) devem instalados no Estado até dezembro deste ano.

Desse total, cerca de 84 MW são provenientes dos parques eólicos Santana I (30 MW), Santana II (24 MW) e Calango 6 (30 MW), do grupo Força Eólica do Brasil e todos instalados nos municípios de Bodó e Lagoa Nova, no Rio Grande do Norte.

Já 16,8 MW são oriundos do parque Santa Mônica (capacidade total 29,4 MW), de propriedade do Grupo CPFL Renováveis, instalado no município de Touros. O RN continua absoluto como líder nacional em quantidade de parques eólicos instalados e produção da energia proveniente da força dos ventos, detendo 3,2 GW em potência instalada.

Via: Robson Pires 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

ECONOMIA: Projeção para inflação cai para 6,72% este ano; para 2017, estimativa é mantida em 4,93%


Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção de inflação pela terceira vez seguida. A estimativa de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 6,80% para 6,72%. Para 2017, a estimativa é mantida em 4,93% há duas semanas. As estimativas fazem parte de pesquisa feita pelo BC ao mercado financeiro sobre os principais indicadores econômicos.
As projeções ultrapassam o centro da meta que é de 4,5%. O teto da meta é 6,5% este ano, e 6% em 2017. A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano, piorou ao passar de 3,40% para 3,49%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi alterada de 1% para 0,98%.
Reunião do Copom
O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se amanhã e na quarta-feira (30) para definir a taxa básica de juros, a Selic. A expectativa é que dê continuidade ao ciclo de cortes na Selic, com redução da taxa dos atuais 14% ao ano para 13,75% ao ano. Para o final de 2017, a expectativa para a Selic é 10,75% ao ano.
A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia.
Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.
Agência Brasil

sábado, 26 de novembro de 2016

ECONOMIA: Cobrança extra da bandeira tarifária volta a ser suspensa em dezembro


Os consumidores de energia deixarão de ter cobrança extra na conta de luz em dezembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde no mês que vem. Em novembro, a bandeira ficou na cor amarela, o que implica na cobrança de R$ 1,50 para cada 100 kWh de energia consumidos.

Segundo a Aneel, o que permitiu a volta da bandeira verde foi o aumento das chuvas em algumas regiões nas últimas semanas e a melhora no armazenamento de água em reservatórios de algumas das principais hidrelétricas do país. Além disso, essa situação permite o desligamento de térmicas mais caras e o acionamento de outras, de custo mais baixo. Térmicas ou termelétricas são usinas que funcionam por meio da queima de combustíveis, como óleo ou gás natural.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para arrecadar recursos para cobrir o custo extra com o uso de usinas termelétricas. Isso é necessário porque essas usinas geram energia a um custo mais alto na comparção com as hidrelétricas.

Quando as termelétricas são acionadas, as primeiras ativadas são as que têm custo de produção mais baixo. Conforme aumenta a necessidade de ativação das usinas, o governo determina o funcionamento das termelétricas com custo mais elevado. As bandeiras tarifárias acompanham essa evolução (uso das termelétricas). Quando há pouca ou nenhuma necessidade de geração por termelétricas, a bandeira fica verde e não há cobrança extra.

Se essa necessidade aumenta um pouco, a bandeira fica amarela e passa a ser cobrado dos consumidores R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. Quando o custo com o uso dessas usinas sobe muito, a bandeira fica na cor vermelha, que tem dois patamares, e há uma cobrança extra nas contas de luz de R$ 3 ou R$ 4,50 para cada 100 kWh usados.

G1

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ECONOMIA: Mais da metade dos consumidores pretende usar 13º para quitar dívidas

Mais da metade dos consumidores que receberão o 13º salário neste ano pretendem usar a quantia para quitar dívidas, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) pela Boa Vista SCPC. Enquanto isso, a minoria diz que pretende poupar ou investir a renda extra.

Entre os entrevistados, 56% disseram que pretendem usar o 13º para quitar dívidas pendentes, enquanto 16% vão reservar a quantia para as contas de início de ano, como IPTU, IPVA e matrícula escolar. Os que afirmam que vão guardar ou investir são 13%. Outras respostas somam 15%.

Entre os consumidores de menor renda, aumenta a intenção de usar o 13º para quitar dívidas. Esse objetivo é apontado por 66% dos consumidores das classes D e E, e por 48% na classe C. Entre as classes A e B, o percentual de pessoas que têm esse objetivo cai para 21%.

Via G1

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

ECONOMIA: Banco do Brasil quer fechar 400 agências e demitir 18 mil funcionários

O Banco do Brasil (BB) anuncia hoje uma grande reestruturação que reduzirá o número de agências e oferecerá um plano de aposentadoria incentivada para até 18 mil funcionários. Como a adesão ao plano é voluntária, o banco não tem uma estimativa oficial da economia que será feita. Simulações obtidas pelo Estado apontam uma economia total de R$ 2,7 bilhões no caso de adesão de 10 mil funcionários e de R$ 1,85 bilhão, com a adesão de 5 mil empregados. No cálculo, está incluído a economia com redução da estrutura física.

Os servidores que aderirem ao plano receberão 12 salários mais indenização pelo tempo de serviço, que vai de um a três salários. A despesa do BB com os atuais 109 mil funcionários é superior à média da dos concorrentes privados. No ano, até setembro, o BB gastou R$ 15 bilhões com pessoal, expansão de 5,3% ante mesmo período de 2015.

Via: Robson Pires

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ECONOMIA: Gastos com transporte puxam inflação em outubro no Nordeste

Os gastos com transportes foram os responsáveis por metade do acréscimo da inflação do Nordeste registrado em outubro, segundo levantamento realizado pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), do Banco do Nordeste.

A elevação nos preços de itens como gasolina, seguro de veículos, etanol e passagem aérea resultaram em um impacto de 0,20%, ante o aumento de 0,39% verificado no índice mensal na comparação com o mês anterior. Salvador (2,29%) e Fortaleza (0,60%) foram, respectivamente, as capitais onde se observou as maiores altas com transporte na Região.

No acumulado em 12 meses, os grupos Alimentos e bebidas e Habitação continuam pressionando a inflação nordestina (8,85%) acima do índice nacional (7,87%), o que se revela também no descompasso dos níveis de desaceleração inflacionária

Via: Robson Pires